Depois de te fugido da cadeia tinha que encontra algum esconderijo para que eu pudesse seguir minha vida mais pra isso precisava de um emprego que possa me sustentar.Não encontrava nada ate que tinha uma anuncio de segurança de bordeou com direito ao quarto
Em meu quarto era uma porquice como se fosse um aterro sanitário não tinha palavras pra descrever aquilo.
Depois de meses de trabalho ajuntei um bom dinheiro e decidi arrumar o meu quarto comprei materiais de construção,aparelhos eletrônicos, etc. Nem contratei um pedreiro pois quando criança aprendi todos os oficios.
Nessa hora lembrei do passado com era feliz com a minha família mais não é hora pra isso. Agora votando ao meu quarto tinha que termina os concertos mais sempre tinha tentação de matar então eu caçava animais pra assassi-ar a sede por morte mais mais não é o mesmo de uma pessoa.
Tinha vontade de matar todos do bordeou mais não podia queria me controlar o meu extinto.
Mais uma hora você não aquenta você fica loco pra matar e tortura as pessoas então de repente surge uma pessoa que pra todos era nada isso me fez ficar com maior desejo de mata e tortura esse vitima então segui ate um lugar onde não ouve-se ninguém e que não pude-se gritar porque ninguém iria escutar esse idiota.
Então apliquei uma doze de calmante fazendo ele dormir por algumas horas. Levei ele ao meu quarto sabia que ninguém iria la porque ninguém liga pro vigilante foi umas das coisas que me admiro nas pessoas elas não ligam pras pessoas a baixo delas.
Comecei tortura-lo devagarzinho quebrando os dedos deles cortando seus pés e fazendo alterações depois que eu brinquei com ele eu matei e joguei num ferro velho com cães sedentes por sangue e comida e limpei todos meus rastros da minha vitima e a minha.
Sai andando na rua quando no meu caminho encontrei uma loja de armas brancas entrei na loja só pra vê mais acabei comprando tudo e uma roupa,coturno, bracelete de espinhos e uma mascara de cão do inferno onde veio ideia daqueles cachorros do ferro velho sedente por carne parecia que eram igual a mim. Botei tudo em um saco preto e fui em direção ao bordeou chegando-la subi até o ultimo andar e guardei tudo em meu quarto em buraco. Depois deitei em minha cama e comecei a pensar quando alguém morre ela não altera nada no mundo nem no tempo ela só e considerado um numero pra uma porcentagem de mortes ou desaparecidos somos meras coisas que só ocupam uma vida nesse mundo onde tem que passar por fazes que podem serem paradas somos todos substituídos por outras pessoas quando morremos já tem alguém nascendo em algum lugar somos meras peças do destinos somos nadas somos sempre substituídos como peças de uma cadeira nossa raça não passa de canibal e assassina um tentando ferrar o outro de vários modos só pensando neles e tormentando as pessoas com vários modos principalmente nas escola.
Depois fui dormi pra acordar amanha pra pensa na próxima preza de amanha.
autor: Deyvid Pereira Ferreira
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